31.10.14

and as a gag

we're all fucked up

16.10.14

finalmente um aceno

olá,

(hoje,) rapidinhas. (com emphase na pontuação)

o menu iniciar do windows 8 é tão tenso que, pela primeira vez, prefiro ícones na área de trabalho.
sumi e voltei com ele. meu app do netflix n fumciona. #servepraque

a brisa é fresca porque choveu pedras que invadiram minha sala de estar (que é a mesma que o meu quarto), levando-me ao rodo às 3:20 (rezando pra que fosse 4) de uma casa já (mal) faxinada acerca de horas antes. leve, embora carregada (de significado?). hoje o céu está prateado (como o surfista). acordei cedo e obcecado (palavra que odeio pq dificílima graphia), cravejado de dor de cabeça oriunda das vias oculares, que tão logo acordei foram embebidas no frasco de soro fisiológico. marquei 4 horas de estúdio semana que vem. se pá 6. se pá as últimas antes da master. ou não. meus instrumentos estão por aí, por todo lugar, mas não pego nenhum. sento, volto aos textos. tanta coisa pra dizer sobre tudo, como sempre, mas ao mesmo tempo, tanta vontade de ignorar tudo e todos e viver numa ilha particular (que na verdade venho projetando a alguns anos. ela recebe o nome de santa luzia, fica na porção africana do oceano atlântico, e recebe esse nome por causa de santa luzia, a santa que curou umas visões prejudicadas ae, e sem soro. o lugar tem outras particularidades qeu um dia posto aqui) onde, de período em período, eu receberia amigos íntimos, visitantes e outras pessoas cansadas das mazelas continentais.

o que dizer das eleições, por exemplo, pra começar por algo inestimável a qualquer leitor? aílma e décio, o que todos sabiam que aconteceria desde que ambos se candidataram. houveram os que temeram marina, e em 2014, 10 anos depois de eu ter acesso à banda larga (embora rapeize já tivesse), viu-se que a internet pode ser uma ferramenta de uso empírico (quando em conjunção com outros meios de comunicação, como a tv por ex) quanto um oceano de aleatoriedade (algoritmo aqui). houve mais destaque para todos os candidatos (pela primeira vez lembramos o nome de todos? eduardo jorge, levy fidelix, luciana genro, pastor everaldo, marina, dilmao e cherécio.
meu comentário sobre as eleições não me diz muito sobre política, necessariamente. mas claro que falar de política necessariamente remonta/projeta/está imbuído de imposição discursiva/ideológica/plurissignificativa/decentralizada/pós-moderna (definição de pós moderno: um gay casado com uma lésbica, organge is the new black? hahahahaha), mas aí deixo esse comentário pro leitor. meu comentário sobre as eleições é mais sobre o poder combativo do discuros que se apóia em figuras (auto)pré-eleitas a darem vazão (literalmente) para um debate-inundamento de um vazamento de experiência contida num container de esquecimento e dessensorialização.
é claro que eu não queria falar nesses termos, mas tenho achado que, ultimamente, tem faltado seriedade na minha vida. experiência. dessensorialização. discurso.
é pq virou uma guerra de: quem leu mais o conteúdo, quem lembra de mais história, quem se preocupa mais com um aspecto específico de um governo, quem sabe mais urucas dos dois candidatos, sendo que o conteúdo eminentemente político é francamente minimizado à uma indiferença discursiva (desculpa) totalmente reducionista, comparatista e revanchista (desculpa) e com apelo retórico na mais articulista das possibilidades (desculpa desculpa desculpa). tudo isso como desclupa para (me retrato com o desleixo) falar pra caralho.
(como eu)
#décio15 #aílma 43

gente tá chovemdo mil litros (n sei contar)

pra falar de dia da criança, adorava as palavras pluvial e fluvial e tudo que tivesse a ver com chuvia
agora são 12:22 (torcendo pra que fosse 4) e eu preciso atravessar uma tempestade até a zona sul.
é engrassado pq
minha casa e meu trabalho ficam ambos meio que numa rua paralela à costa do guaibão
que tá bem molhado
e de lá pra cá vem um vento
que é uma pena eu n poder fotografar
a curva do vento pela chuva
bem pluvial, assim.
bem fluvial.

antes caiu um raio e com ele a internet,
assunto de que falo bastante em aula, até! , ! , ! , ! , ! , ! , ! , ! , ! (klapauscius) , ! , ! , ! , ! (na vida) ,


vai cair o mundo em porto alegre.

adeus!