26.3.14

eu n sou de otiimismo

mas sério, tem algo mto afudê acontecendo na minha vida

14.3.14

bah

tem dia que n dá

13.3.14

quase

chegar em casa e n comer
distrair-se de si msm
perder tempo c nd
td p n pensar mais

estou quase lá

lifes killing me

quase lá

5.3.14

great expectations

perde-se totalmente o controle quando deixamos de nos importar demais afim de que exageros enganosos sejam cometidos. a técnica de minimização do problema através da suprarrelativização é pura demagogia para o espírito. o mundo muda, a dor permanece, o homem perece e morre, como sempre fez e fará. tudo o que você já sentiu na vida sempre vai te acompanhar. tudo o que você já experienciou sempre vai voltar, possivelmente pior. é sobre este chão que lapidamos nossa experiência por aqui. tudo de ruim que já vivemos é o nosso paradigma, mas como o bom observador afeta o desempenho do objeto observado, heisenberg tb pode ser aplicado às nossas expectativas de tempos vindouros. assim, seu trauma é também seu ponto de partida, seu novo padrão, e sua expectativa, por melhor que seja, projeta-se contra ele ou, no mínimo, a partir dele.
com isso tudo em mente, fadamos a um niilismo tímido, porém desenfreado. descremos de tudo para nos prepararmos pra uma vida vale-tudo em que nada deverá ser capaz de nos impressionar; botamos a expectativa em metas plausíveis, quando essas na verdade deveriam consistir nos objetivos, nas etapas protocolares, e não nos sonhos. deixamos pra sonhar o impossível apenas quando dormimos, momento em que - ironicamente apenas no plano inconsciente - podemos realmente nos despir da máscara da civilidade. ali sim, nos revelamos assustadoramente pra nós mesmos, e somos, de boníssima vontade, quem vezenquando até mesmo fingimos temer sermos. mas no mundo da bike fixa e do veganismo ultra-tatuado, pelo menos ali nos aceitamos hipócritas que somos.
meu ouvido dói e minha casa fede.