8.2.15

on the road

de volta do meu primeiro show pago!
neste finde tive o prazer de acompanhar, ao teclado, uma lenda viva do punk brasileiro numa trip de van até uma pequena cidade-balneário de santa catarina. rolou uma van, dividida com outros músicos + tecnicos de som e luz, onde passamos a maior parte do tempo consumindo substâncias lícitas (ou quase), ouvindo cumbia ou assistindo dvds do iggy pop e white stripes (rip), rolou um jantar justíssimo, rolou um hotel justíssimo, rolou um show cuja qualidade paira entre o bizarro e o muito bom, rolou uma volta com vários planejamentos e enfim. infelizmente não pude tirar uma fotografia sequer em virtude do destroçamento interno do meu querido telephone.

o homem é uma escola técnica do que quero fazer da minha vida.

estou tentando não matar as aulas.

adeus entao

2.2.15

curitiba

explodi meu telefone. por dentro.
estou em curitiba, sem camera e sem facebook, na vdd indo embora, sem fotos e dependendo de mapas para encontrar o aeroporto daqui a pouco

aqui é assim:

tem vários livros em todos os lugares, de tudo que é tipo pra tudo que é todos
eles tb emprestam livros no café - onde comprei um leminski mto loco chamado ensaios/anseios APENAS
n achei o dalton trevisan na rua
fui a um casamento

primeira vez que um amigo meu se casa na lei de deus
foi genial

curitiba é uma mistura de porto alegre com serra gaúcha
então ja que n disponho de fotos (como se em algum momento) imagine porto alegre onde, ao sair uns 10 min pra longe da salgado vc chega num bairro que se parece mto com garibaldi.
a ópera de arame é realmente genial, embora n seja uma opera (mas sim uma casa para, entre outras coisas, óperas) e n seja de arames

fiquei num hostel lindo e fiz amigos de hostel legais

no que eu voltar mudo de vida
mais uma vez
pra melhor



23.12.14

dark inner siiiiiiiiiiiiide

fuck fuck fuck I scream myself as if to memorize
not its meaning
but its function

i have to lit a cigarette, a habit which I had so proudly given up before the beginning of this month, in order to contain this need of solving all problems at once

it's been two years since i moved out to face the dark, inner side of the soul,
trying to find inspiration in the poets, who seem to be the only ones tho managed to manage solitude without becoming fucking monks.
the poets, they just hang around, they come across random muses, and they ignore time, space or context to spend the longest possible with them. they ignore the dirty of the ashtrays, the roughness of their wallets' leather, the lack of a laundry, solely taking advantage of what's good.
they shake to avoid thinking.

books pile up around, pretty interesting phenomena,
they're like weed on the surface of searocks,
they keep growing by themselves,
except, of course, they are not alive,
they aren't on their own will,
they're on mine.

same happens to records, lps and cds
spotify released me from downloading
i'm no longer a criminal!

two years is a lot,
I now, who'd tell, breed spiders under this very roof

my neighbours, they hate me, and i love them
for two years they have been made victims of home renting industry who has put me in here through a refirmed contract of one and a half year

i've learnt bureaucratic shit
i've learnt shit may take time to happen
i've learnt shit happens faster to some ones
i've learnt you won't have your shit done unless you sit down and do it
oops

i still have one more
and then, who knows where the fuck i'm gonna end up in

this is was an unbelievable fuckin individual mess
to every fuckin one i know!
for the most divergent reasons availuable in this god damned planet

there are towells hanging, and peed clothes waiting to be washed in the bucket, there is crappy tv, and a very impatiaent old lady who can't stand sexual interaction 3m under her very bed

i've learnt mute fuck
i've learnt laying the mattress on the floor

i even dressed as a spider

before it ends, impressive acts of the year

raveonettes - pea'hi
mastodon - one more 'round the sun
chet faker - built on glass
killer be killed - killer be killed
calvin harris - motion
afghan whigs - do the beast


and i wish i put myself on that list buuuuuuuuuut
i've learnt shit may take time to happen

so life has proved again to be an extention of my teenages
a big fuck all disguised in attempt and effort

in two years, the river wind is still the best thing around

my first adult christmas: no christian affection of any sort
my first adult vacation: not working is just the best feeling in the world

HASTTTTTTTTTTTAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

4.12.14

O meu referencial de amor

O meu referencial de amor, que dor, se foi - a minha cama amanheceu vazia, amparada pela luz de um meio dia que  anos havia te via despertar (solene e doce).

o substrato dessa linda poesia me deixou, linha por linha até que não restasse mais nada do que sou

As vezes tudo o que quero é o som da chuva forte pra retardar o silêncio opressor do pensamento.

Mas n hj

31.10.14

and as a gag

we're all fucked up

16.10.14

finalmente um aceno

olá,

(hoje,) rapidinhas. (com emphase na pontuação)

o menu iniciar do windows 8 é tão tenso que, pela primeira vez, prefiro ícones na área de trabalho.
sumi e voltei com ele. meu app do netflix n fumciona. #servepraque

a brisa é fresca porque choveu pedras que invadiram minha sala de estar (que é a mesma que o meu quarto), levando-me ao rodo às 3:20 (rezando pra que fosse 4) de uma casa já (mal) faxinada acerca de horas antes. leve, embora carregada (de significado?). hoje o céu está prateado (como o surfista). acordei cedo e obcecado (palavra que odeio pq dificílima graphia), cravejado de dor de cabeça oriunda das vias oculares, que tão logo acordei foram embebidas no frasco de soro fisiológico. marquei 4 horas de estúdio semana que vem. se pá 6. se pá as últimas antes da master. ou não. meus instrumentos estão por aí, por todo lugar, mas não pego nenhum. sento, volto aos textos. tanta coisa pra dizer sobre tudo, como sempre, mas ao mesmo tempo, tanta vontade de ignorar tudo e todos e viver numa ilha particular (que na verdade venho projetando a alguns anos. ela recebe o nome de santa luzia, fica na porção africana do oceano atlântico, e recebe esse nome por causa de santa luzia, a santa que curou umas visões prejudicadas ae, e sem soro. o lugar tem outras particularidades qeu um dia posto aqui) onde, de período em período, eu receberia amigos íntimos, visitantes e outras pessoas cansadas das mazelas continentais.

o que dizer das eleições, por exemplo, pra começar por algo inestimável a qualquer leitor? aílma e décio, o que todos sabiam que aconteceria desde que ambos se candidataram. houveram os que temeram marina, e em 2014, 10 anos depois de eu ter acesso à banda larga (embora rapeize já tivesse), viu-se que a internet pode ser uma ferramenta de uso empírico (quando em conjunção com outros meios de comunicação, como a tv por ex) quanto um oceano de aleatoriedade (algoritmo aqui). houve mais destaque para todos os candidatos (pela primeira vez lembramos o nome de todos? eduardo jorge, levy fidelix, luciana genro, pastor everaldo, marina, dilmao e cherécio.
meu comentário sobre as eleições não me diz muito sobre política, necessariamente. mas claro que falar de política necessariamente remonta/projeta/está imbuído de imposição discursiva/ideológica/plurissignificativa/decentralizada/pós-moderna (definição de pós moderno: um gay casado com uma lésbica, organge is the new black? hahahahaha), mas aí deixo esse comentário pro leitor. meu comentário sobre as eleições é mais sobre o poder combativo do discuros que se apóia em figuras (auto)pré-eleitas a darem vazão (literalmente) para um debate-inundamento de um vazamento de experiência contida num container de esquecimento e dessensorialização.
é claro que eu não queria falar nesses termos, mas tenho achado que, ultimamente, tem faltado seriedade na minha vida. experiência. dessensorialização. discurso.
é pq virou uma guerra de: quem leu mais o conteúdo, quem lembra de mais história, quem se preocupa mais com um aspecto específico de um governo, quem sabe mais urucas dos dois candidatos, sendo que o conteúdo eminentemente político é francamente minimizado à uma indiferença discursiva (desculpa) totalmente reducionista, comparatista e revanchista (desculpa) e com apelo retórico na mais articulista das possibilidades (desculpa desculpa desculpa). tudo isso como desclupa para (me retrato com o desleixo) falar pra caralho.
(como eu)
#décio15 #aílma 43

gente tá chovemdo mil litros (n sei contar)

pra falar de dia da criança, adorava as palavras pluvial e fluvial e tudo que tivesse a ver com chuvia
agora são 12:22 (torcendo pra que fosse 4) e eu preciso atravessar uma tempestade até a zona sul.
é engrassado pq
minha casa e meu trabalho ficam ambos meio que numa rua paralela à costa do guaibão
que tá bem molhado
e de lá pra cá vem um vento
que é uma pena eu n poder fotografar
a curva do vento pela chuva
bem pluvial, assim.
bem fluvial.

antes caiu um raio e com ele a internet,
assunto de que falo bastante em aula, até! , ! , ! , ! , ! , ! , ! , ! , ! (klapauscius) , ! , ! , ! , ! (na vida) ,


vai cair o mundo em porto alegre.

adeus!

22.8.14

staaaaaaay dont u goooooooooo

heeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeey




vamos começar pelo fto de q é uma woooorkstation, where u staaaaay workin.

mais cedo hj pensei se escrever é fuçar corretamente, a vida tb deve ser chafurdada de um modo a rigor no minimo vantajoso.
digitar com uma mao por exemplo assim,
n é

n sei oq vc tm q fazer agr,  mas que tarde de sol brutalmente linda.
esse ano estou afim de feira do livro como estive em 2007 ou 2008, com sol, gente linda, livros legais e tempo para lê-los.
estou feliz pq o sol já veio.

agora tipo, se eu botar uma hashtag e escrever bermuda
a internet vai se encarregar de agrupar um nicho de pessoas interessada no assunto bermuda por qualquer motivo
?
sensacional, when it comes to advantage of life
mas daí kd advantage
#duckface


*

vou ligar meu teclado um pouco,
pq já liguei o woooookstation
#reaper

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